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O que é SaY, em uma conversa de 5 minutos

SaY é Software as You: um sistema feito em volta da sua empresa, com a sua marca, cuidado pela Apol todo mês. Explicado sem jargão.

· 5 min de leitura · Por Victor Dias · SaY, Sistema sob medida, Como funciona

Você já comprou um programa de gestão, pagou alguns meses e voltou pro caderno. Ou pra planilha. Ou pro grupo do WhatsApp. Não foi preguiça da equipe. O programa foi feito pra milhares de empresas, e a sua não é igual a nenhuma delas.

SaY é o nome que a Apol deu pro jeito oposto de fazer sistema. Em cinco minutos de leitura dá pra entender o que é, o que não é e se faz sentido pra você.

O nome

SaaS você já viu por aí. É "Software as a Service": você paga por mês pra usar um programa que é igual pra todo mundo. Funciona bem pra e-mail, pra planilha, pra coisa que é igual mesmo em qualquer empresa.

SaY é "Software as You". Se lê "sêi". Em inglês, say é dizer. A ideia cabe numa frase: você diz como a sua empresa trabalha, e o sistema é feito em volta disso. Não é você que aprende o programa. É o programa que aprende você.

O que é, em três pontos

Feito em volta da sua empresa. As etapas do sistema têm os nomes que o seu balcão já usa. Se na sua loja o pedido passa por "orçamento", "aprovado", "peça chegou" e "pronto pra buscar", é isso que aparece na tela. Nada de "pipeline" nem "status 3".

Com a sua marca, no seu domínio. Quem entra no sistema vê o logo da sua empresa, não o da Apol. O endereço é o seu. O funcionário sente que o sistema é da empresa dele, porque é.

Cuidado todo mês. Entregar e sumir é o que mata projeto sob medida. No SaY, depois da entrega a Apol continua: confere se está no ar, faz a cópia de segurança e entrega as melhorias que você pedir, uma de cada vez.

O que não é

Não é um programa pronto que você instala hoje e usa amanhã. Tem conversa antes, e tem desenho antes de ter código. Se você precisa de algo rodando amanhã, sem conversa, um programa de prateleira resolve melhor. E a gente diz isso.

Também não é "tudo do zero". A parte que é igual em qualquer empresa, como login, permissão por perfil, cópia de segurança e monitoramento, já está pronta e em uso. O que é feito pra você é o que te diferencia: as etapas, as telas, os relatórios e os nomes.

Como funciona, do começo ao fim

O caminho tem cinco passos. Os quatro primeiros são o projeto, feito uma vez. O quinto é o cuidado, que não acaba.

  1. Entender. Uma conversa sobre o seu dia a dia: como o pedido chega, quem faz o quê, onde a informação se perde, o que já funciona. Na Grande São Paulo, a Apol vai até a loja. Fora, por vídeo.
  2. Propor. Você recebe as telas desenhadas, a lista do que entra e as etapas, com o valor por escrito. Você vê o sistema antes de ele existir.
  3. Ajustar. Você marca em cima da tela o que quer mudar: um nome, uma etapa, o logo. A Apol refaz e mostra de novo, até ter a sua cara.
  4. Entregar. O sistema entra no ar no seu domínio, com a sua marca, num banco de dados só da sua empresa.
  5. Melhorar. A empresa mudou, surgiu uma ideia? Vira um pedido numa fila dentro do sistema. Você libera, a Apol entrega, você aceita. Nada entra sem você liberar, nada fecha sem você aceitar.

Quanto custa

Não tem tabela de preço, e isso é de propósito. Cada empresa pede um tamanho de trabalho diferente. O que existe é uma conta em duas partes: o projeto, pago uma vez, e uma mensalidade de cuidado, que cobre hospedagem, cópia de segurança, monitoramento e a fila de melhorias.

O valor sai na proposta, por escrito, depois de uma leitura grátis da sua empresa. Você sabe o que entra, o prazo e o valor antes de decidir qualquer coisa.

Pra quem é, pra quem não é

É pra quem já tentou programa pronto e voltou pro caderno. Pra quem tem um jeito próprio de trabalhar e não quer abrir mão dele. Pra quem quer alguém cuidando do sistema, não um número de chamado.

Não é pra quem procura o menor preço por usuário. Nem pra quem não quer participar do desenho. O sistema fica bom porque você opina nas telas antes de elas existirem. Sem isso, vira adivinhação.

Onde isso já roda

O primeiro sistema da Apol nasceu dentro de uma vidraçaria automotiva, o Alemão Auto Vidros. Marca, site e sistema estão no ar no domínio da loja. As ordens de serviço andam num quadro com os nomes que a equipe já falava no balcão. Dá pra ver as telas, com dados fictícios, no case público.

Faça hoje: pegue uma folha e escreva, na ordem, as etapas por onde um pedido passa na sua empresa, do primeiro contato até o dinheiro no caixa. Use as palavras que a sua equipe fala, não as que o programa antigo usava. Essa lista é o começo de qualquer sistema que preste, com ou sem a Apol.

Se depois dessa leitura você quer ver como ficaria na sua empresa, o próximo passo é uma conversa. Quem responde é quem vai desenhar o sistema.

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