Segurança e LGPD

Onde o dado da sua empresa fica, e quem chega nele.

Um sistema que roda o seu negócio guarda o seu caixa, os seus clientes e a sua equipe. Esta página explica, sem jargão, como a Apol cuida disso. Só o que é verdade hoje e dá pra conferir.

Atualizado em 1 de novembro de 2026.

Onde fica

Banco próprio, em São Paulo, com cópia todo dia.

Os dados ficam no Brasil

Cada banco de dados roda na região de São Paulo (AWS sa-east-1, operada pelo Supabase). O dado da sua empresa não sai do país pra ser guardado.

Um banco por cliente

Sistema sob medida tem banco próprio, com o nome da empresa. O dado de uma empresa não divide tabela com o de outra. É regra da casa desde o primeiro cliente.

Permissão linha a linha

Toda tabela nasce com Row Level Security ligado e políticas que dizem quem lê o quê. Mesmo quem tem a chave pública do sistema recebe zero linhas sem sessão válida. Isso é testado por script, com uma segunda empresa fictícia, antes de cada entrega que mexe no banco.

A chave mestra nunca vai pro navegador

A chave que acessa tudo (service role) só existe no servidor. O que chega ao navegador é a chave pública, tratada como pública: tudo que ela alcança passou por auditoria.

Cópia de segurança todo dia

Uma rotina copia o banco, os arquivos e o estado do código uma vez por dia e registra a cópia numa tabela de auditoria. Nada é apagado do banco sem exportação e autorização por escrito: tabela antiga fica até o substituto estar validado.

Monitorado de 15 em 15 minutos

O painel da Apol mede se cada sistema responde, a cada 15 minutos, direto do banco. Quando algo cai, a Apol vê antes de o cliente ligar.

Como é feito

Sem plugin, sem PHP, sem improviso.

Segurança não é um selo no rodapé. É o jeito como o código entra em produção: regras que derrubam a publicação quando falham e um responsável com nome.

Sem PHP, sem WordPress, sem plugin de terceiros

O sistema é escrito em TypeScript com Next.js e roda na Vercel. Não existe painel de administração genérico, tema comprado nem plugin instalado por cima: cada tela é código da Apol, revisado antes de subir. A maior parte dos ataques a sites de pequenas empresas entra por plugin desatualizado ou formulário PHP exposto. Aqui essa porta não existe.

Nada de 'vibe coding' em produção

Código gerado com ajuda de IA passa pelo mesmo caminho de qualquer outro: verificação de tipos, build limpo, regras de segurança que derrubam a publicação quando falham (tabela sem RLS, chave no lugar errado, padrão de tela fora da norma) e revisão humana do fundador. Migração de dados se prova por evidência, não por 'deve ter funcionado'.

Cabeçalhos de segurança em toda resposta

HTTPS obrigatório com HSTS, Content Security Policy, X-Frame-Options DENY, nosniff, Referrer-Policy estrita e Permissions-Policy. Link de proposta carrega o token no endereço e por isso nunca manda Referer.

Senhas e sessões

Senha é guardada com hash bcrypt pelo Supabase Auth; a Apol não tem como ler a senha de ninguém. Acesso novo recebe senha provisória sorteada por pessoa e obriga a troca no primeiro login. Sessão fica em cookie assinado, HttpOnly. Senha e CPF nunca trafegam na URL.

O mínimo de dado do funcionário

O ponto por QR e GPS guarda a marcação, não o trajeto. A selfie do reconhecimento não é armazenada. Celular é pedido no primeiro acesso porque é o canal de recuperação; o resto é opcional.

Medição sem cookie de rastreamento

O site da Apol conta visitas e cliques sem guardar IP nem identificar a pessoa; o aviso de cookies deixa recusar o que não é necessário, e recusar tem o mesmo peso de aceitar. Nos sistemas, só existe o cookie de sessão.

LGPD

O que a lei pede e como a Apol cumpre.

Quem é quem
A empresa cliente é a controladora dos dados dos seus funcionários e clientes. A Apol é a operadora: trata o dado só pra fazer o sistema funcionar, dentro do contrato.
Base legal
Execução de contrato e obrigação legal (ponto, nota fiscal, folha) cobrem a maior parte. Consentimento é pedido onde a lei pede, e nunca vem marcado por padrão.
Direitos do titular
Acessar, corrigir, portar (CSV ou JSON), anonimizar ou excluir o que não é obrigatório guardar. O pedido chega por e-mail e é respondido com prazo e trilha.
Retenção
Registro de ponto fica pelo prazo legal; o resto fica enquanto o contrato durar e sai quando ele acaba, depois da exportação pro cliente.
Incidente
Se algo acontecer, o cliente é avisado com o que se sabe, o que foi feito e o que falta, e a ANPD é comunicada quando a lei exige. Sem esconder nem minimizar.
Encarregado
Victor Dias, fundador da Apol, é o encarregado (DPO). Fale com ele em privacidade@apoldesign.com.br.

O que ainda está em construção, dito com clareza: a recuperação de senha do funcionário por SMS ainda depende do RH (o provedor não foi contratado), e a cópia de segurança fora da máquina da Apol está em avaliação. Quando mudar, esta página muda junto. A política completa está aqui .

Dúvidas

Onde ficam os dados da minha empresa?+

Num banco de dados próprio, com o nome da sua empresa, na região de São Paulo do Supabase (AWS sa-east-1). O código roda na Vercel. Os dados não são compartilhados com outros clientes.

A Apol consegue ler as senhas da minha equipe?+

Não. A senha é guardada como hash bcrypt pelo Supabase Auth. O que a Apol consegue é redefinir o acesso, gerando uma senha provisória nova que a pessoa troca no primeiro login.

E se a Apol fechar ou eu quiser sair?+

Os dados são seus. A exportação sai em CSV ou JSON, e o backup diário já existe desde o primeiro dia. Nada é apagado sem a sua autorização por escrito.

O sistema usa plugins ou WordPress?+

Não. Tudo é código próprio em TypeScript e Next.js, sem tema ou plugin instalado. É por aí que entra a maioria dos ataques a sites de pequenas empresas.

Quem vê o que dentro do sistema?+

Cada perfil (dono, gerente, atendente, técnico) só alcança o que a função precisa, e a regra está no banco, não só na tela: uma consulta direta sem permissão devolve zero linhas.

Quer ver isso na prática?

A Apol mostra o banco, as políticas e o backup do seu sistema numa chamada. Sem segredo.